Raiz de Davi
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Precisamos de uma nova reforma?

Hoje, 31 de Outubro, a Reforma Protestante celebra mais um aniversário.

Tudo começou em 1517, quando um monge agostiniano chamado Martinho Lutero afixou no castelo de Wittemberg suas 95 teses que desafiavam a autoridade papal.

De lá pra cá, muitas águas rolaram. E se Lutero pudesse ver em que pé a igreja evangélica chegou, acho que ele coraria de vergonha.

Muito daquilo que Lutero condenava na Igreja Católica de seus dias, tem sido largamente praticado pela igreja advinda de seu movimento. Sacrifícios, superstição, idolatria, são apenas alguns dos sintomas apresentados por uma igreja adoecida e moribunda.

Um dos lemas dos reformadores era "Igreja reformada, sempre reformando". Em momento algum foi seu objetivo cristalizar seus ensinamentos, impedindo que eles fossem reavaliados à luz das Escrituras, de geração em geração.

As doutrinas defendidas na Reforma deveriam servir de base, para que uma nova sociedade emergisse, tal qual pretenderam os puritanos que colonizaram os Estados Unidos no século XVII.

A igreja cristã chegou a tal ponto em nossos dias, que uma nova reforma não conseguiria recolocá-la nos trilhos. Muito mais que uma reforma, ela precisa de uma REVOLUÇÃO.

Urge redescobrirmos a ênfase primária da mensagem cristã: o amor. E partir daí, elaborarmos uma nova cosmovisão, que acentue a esperança de um mundo melhor, onde a sociedade humana possa desenvolver-se de maneira sadia, voltada para o futuro.

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